sábado, 3 de abril de 2010

A ÚNICA COISA SOBRE A QUAL VOCÊ EXERCE CONTROLE ABSOLUTO



Você só exerce controle absoluto sobre uma única coisa: seus pensamentos. Este é o fato mais importante e inspirador de todos os conhecidos sobre o ser humano! Ele lhe reflete a natureza divina. Esta prerrogativa divina é o único meio através do qual pode controlar seu próprio destino. Se não conseguir controlar a mente, pode ter certeza de que não controlará nada mais. Se tem de ser descuidado com suas posses, que seja com as coisas materiais. A mente é sua propriedade espiritual! Proteja-a e use-a com o cuidado a que a realeza divina tem direito. E lhe foi dada força de vontade para esse fim.

Infelizmente, não há proteção legal contra os que, por intenção ou ignorância, envenenam a mente dos outros com sugestões negativas. Essa forma de destruição devia ser punida com pesados castigos, porque tem o pode de destruir, e muitas vezes destrói, nossas possibilidades de adquirir coisas materiais que são protegidas por lei.

Pessoas de mente negativa tentaram convencer Thomas A. Edison de que ele não poderia construir uma máquina que gravaria e reproduziria a voz humana “porque”, disseram, “ninguém jamais produziu uma máquina dessas”. Edson recusou-se a acreditar. Sabia que a mente pode produzir tudo que pode conceber e em que acredita, e foi esse conhecimento que ergueu o grande Edison acima do rebanho comum.

Pessoas de mente negativa disseram a F. W. Woolworth que ele iria a falência se tentasse abrir uma loja para vender produtos de cindo e dez centavos. Ele não acreditou no que lhe diziam. Sabia que podia fazer qualquer coisa, dentro de limites razoáveis, se desse aos seus planos um lastro de fé. Exercendo o direito de manter longe de sua mente as sugestões negativas de outras pessoas, juntou uma fortuna de mais de 100 milhões de dólares.

Os são-tomés da vida zombaram desdenhosamente quando Henry Ford experimentou seu primeiro automóvel, toscamente construído, nas ruas de Detroit. Alguns disseram que aquela coisa nunca seria prática. Outros afirmaram que ninguém gastaria dinheiro naquela engenhoca. Ford respondeu “Vou dar um laço em torno da terra com automóveis seguros”, e fez justamente isso! No interesse dos que querem obter grandes riquezas, vale lembrar que praticamente a única diferença entre Henry Ford e a maioria dos operários era a seguinte – Ford tinha uma mente e a controlava. Os operários também tinham uma mente, mas não tentavam controlá-la.

Controle da mente é resultado de autodisciplina e hábito. Ou você controla sua mente ou ela o controla. Não há meio-termo. O mais prático de todos os métodos para controlá-la é o hábito de mantê-la ocupada com uma finalidade definida, apoiada em um plano definido. Estude a vida de qualquer pessoa que conseguiu grande sucesso e descobrirá que ele controlou a mente e, além do mais, dirigiu-a para atingir de objetivos definidos. Sem esse controle, o sucesso torna-se impossível.

(do livro: “Pense e enriqueça”, de Napoleon Hill)

TRANSFORMAÇÃO

Você não deve manter os vícios confinados dentro de você como prisioneiros.

Prisioneiros estão sempre planejando escapar. Mas, se você transformar seus vícios em amigos, eles podem ajudar.

Por exemplo, você sabia que a energia que você gasta com sua teimosia é quase igual à exigida pela determinação??

Então utilize sua força em algo positivo.

Transferindo energia você consegue transformar a raiva em tolerância, a ganância em contentamento, a arrogância em auto-respeito.

É apenas uma questão de atitude.



(por Brahma Kumaris)

CAUSA E EFEITO

“A lei de causa e efeito se aplica a todas as nossas ações.

É como a semente que plantamos hoje e que amanhã resulta em uma árvore repleta de frutos.

Mas a escolha é nossa. Se quisermos plantar sementes de espinhos ou sementes de flores, somos nós que escolhemos.

No campo da vida temos a chance de plantar sementes de inimizade e vingança ou sementes de doçura, alegria e afeto.

É nisso que precisamos exercitar o poder de discernir e decidir sobre como deve ser o curso de nossas ações.”



BK Surendran, Fruit of Karma and Rajyoga Meditation, World Renewal, October, 2008

A AUTO-IMAGEM QUE VOCÊ TEM AGORA

Está na hora de cavar um pouco mais fundo e descobrir de que maneira você se vê. A chave que abre a porta de seu potencial é descobrir o que você aprendeu a pensar e sentir a respeito de si mesmo. Com essa descoberta vem a capacidade de mudar seu modo de pensar e comportar-se e de escolher um novo, que resultará em sentimentos mais positivos a respeito de si próprio.

O que a pessoa pensa sobre si determina tudo o que ela diz, faz, acredita e sente.... se você acredita que não é fisicamente atraente, seu mundo exterior confirmará essa crença. Em outras palavras, você notará e coletará provas para sustentar sua convicção, como críticas à sua aparência; e, ao mesmo tempo, rejeitará ou ignorará tudo o que não a reforce, como, por exemplo, um elogio...

A única maneira de mudar esse condicionamento é a decisão de anular pensamentos e convicções limitadoras, adquiridas no passado. Depende só de você levar uma vida de limitações convencionais e potencial restrito; ou outra diferente, plena de oportunidades ilimitadas e infinitas possibilidades. Sua auto-imagem não é fixa e imutável.

Portanto, decida melhorá-la ao mais alto grau, porque essa é uma escolha que você tem. Além de ter uma escolha, você tem a capacidade para realizá-la.



(texto de Fiona Harrol, do livro "Seja o treinador de sua vida")

MATURIDADE

A pessoa que possui maturidade tem a habilidade de conservar e não desperdiçar poder espiritual; ela se mantém introvertida, estocando energia.

A maturidade desperta a percepção de que tudo o que surge ou acontece na vida é apenas parte de um crescimento rumo à auto realização.

A maturidade produz um escudo que protege contra atmosferas negativas, vibrações, palavras ou atitudes dos outros.

Uma pessoa madura se adapta confortavelmente a todas as situações e relacionamentos.

Maturidade é realeza e autodisciplina.



(por Brahma Kumaris)

O QUE DEIXA VOCÊ CANSADO

Eis um fato surpreendente: o trabalho mental sozinho não pode cansá-lo.
Parece absurdo, mas há poucos anos, cientistas procuraram descobrir quanto o tempo o cérebro humano poderia funcionar sem chegar a uma diminuição de capacidade para o trabalho – que é o que se define como fadiga.
Para espanto geral, eles descobriram que o sangue que passa através do cérebro quando este está em atividade intelectual, não revela nenhum sinal de fadiga! A comparação foi feita com o sangue de um trabalhador braçal; enquanto ele está trabalhando seu sangue está cheio de “toxinas da fadiga” e outras reações. O resultado indica que o cérebro pode funcionar tão bem e rapidamente tanto no princípio quanto no fim de 8, 10 ou mais horas de trabalho. O cérebro é totalmente incansável...

O que é, então que faz com que fiquemos cansados? Segundo alguns estudiosos, a maior parte da fadiga que experimentamos é de origem mental, ou seja nosso cansaço deriva das nossas atitudes mentais e emocionais... O trabalho árduo, pesado, por si só, raramente causa fadiga que não possa ser curada com uma boa noite de sono ou com repouso. Já as preocupações, os estados de tensão e os distúrbios emocionais são as três maiores causas da fadiga.

Tédio, ressentimento, sensação de não estar sendo apreciado ou de inutilidade, pressa, ansiedade, preocupações, são fatores de desgaste que provocam cansaço e geram tensões nervosas que parecem ter como causa o trabalho físico ou mental. Por isso, relaxe. Repouse e poupe energia para as coisas mais importantes.


(texto de Dale Carnegie, do livro “Como evitar preocupações e começar a viver”)

SABEDORIA

“A ação é o reflexo do seu pensamento e a reação é a resposta do seu subconsciente. Quando há sabedoria na sua forma de responder, você se torna um benfeitor para todos. Não faça isso só para os amigos, mas faça-o de uma forma ilimitada, falando com todos com a mesma delicadeza. Assim, seus sentimentos serão naturalmente elevados. Para que essa mudança aconteça tem que haver uma relação equilibrada entre a mente (pensamentos), o intelecto (razão) e o subconsciente (registros).”

António Sequeira